domingo, 30 de janeiro de 2011

Cidade de Hebrom

Introdução: Hebrom era chamada Quiriate-Arba em homenagem a Arba o maior dos Enaquins (Js 14-15). Ela era muito antiga e foi construída 7 anos antes de Zoã no Egito (Nm 13.22). Tinha mais de 700 anos (Hoje tem mais de 4.000 anos). Era uma cidade fortificada com muros e habitada pelos descendentes de Enaque, homens de grande estatura, há uns 29 km a sul de Jerusalém. Seu nome significa União, Companhia, Confederação, aliança.

 
 

Objetivo. Com uma moldura histórica e geográfica visa falar sobre eclesiologia, comparando a Igreja com a cidade de Hebrom. A cidade de Hebrom serve como tipo da Igreja, o mistério escondido em Deus (Ef 3.8-11), prometido pelo Salmista (Sl 22.30-31) como o povo que havia de nascer.

 
 

I - Cidade da Promessa

1 - Deus fez promessa a Abrão e ele foi morar em Hebrom - Gn 13-14-18

2. Ali Abraão comprou um pedaço de terra - Gn 23

2. Os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó ali moraram e foram enterrados Gn 49.29-33

 
 

II - Cidade da Visão

1 - Doze espias foram enviados do deserto de Parã e eles chegaram a Hebrom - Nm 13.21-22

2 - Ali foi visto que a terra era boa com uva, romã e figos Nm 13.23-24 no vale de Escol

3 - Dez espias viram dificuldades (Nm 13-26-33 ) mas Josué e Calebe anteviam a vitória (Nm 14-7-9)

 
 

III - Cidade da Conquista

1 - Calebe recebeu promessa de Deus Js 14.6-9

2 - Passou-se 45 anos e a promessa continuava valendo Js 14.10-11

3 - Calebe conquistou a região de Hebrom Js 14-12-15 e 15.13-19

Local de descanso da guerra Js 14.15

Local de Fontes inferiores e fontes superiores Js 15.19

 
 

IV - Cidade de Refúgio Js 20 e Nm 35.9-34

1 - Havia um tribunal na Porta Js 20.4

2 - Garantia livramento do vingador de sangue, com a concessão de uma casa

3 - Ficava sob proteção da vida do sumo-sacerdote

 
 

V - Cidade dos Levitas Js 21 e Nm 35.1-8

1 - Habitada pelos coatitas (descendentes de Levi) responsáveis pelos objetos do tabernáculo Nm 3.29-31

2 - Habitada pelos sacerdotes Js 21.13

3 - A Lei a ali era conhecida por causa dos levitas e sacerdotes

 
 

VI - Cidade do Reinado de Davi 2Sm 2.1-4

1 - Local da Revolta de Absalão 2 Sm 15.7-10

2 - Sede do reinado parcial do Rei Davi por sete anos e meio 2 Sm 5.5

3 - Cidade do nascimento de filhos a Davi 2Sm 3.2-5

 
 

Conclusão: Salmo 133. A cidade foi reforçada por Roboão (2Cr 11.10) e os judeus a reedificaram quando voltaram do cativeiro (Ne 11.25). Hebrom, ou antes, el-Khalil, é ainda um lugar de considerável população e importância , ocupando rampas do vale que ainda hoje produzem as mais belas uvas e azeitonas

 
 

Bibliografia:

1) Buckland, Dicionário Bíblico Universal, Editora Vida, São Paulo, 1997;

2) Boyer, O.S. Pequena Enciclopédia Bíblica, Editora Vida, São Paulo, 1978

 
 

Referência:

1) http://www.hebron-city.ps/english.php

 
 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cânticos – Um novo olhar sobre os Salmos


SENHOR, QUEM poderá viver na tua presença?
Quem terá livre acesso ao Lugar Santo onde Tu vives?


Quem é honesto e sincero em tudo quanto faz,
Quem pratica a justiça e fala sempre a verdade, do fundo do coração.


Quem não usa suas palavras para destruir outras pessoas,
não prejudica de propósito seu semelhante
e não repete boatos e mexericos.


Quem despreza o pecador rebelde e condena abertamente o pecado,
Quem respeita e elogia os adoradores do Senhor;
Quem sofre prejuízo mas não deixa de cumprir a palavra dada.


Quem empresa seu dinheiro aos necessitados sem cobrar juros;
Quem se recusa a mentir por dinheiro para condenar uma pessoa inocente.
Um homem assim permanecerá firme para sempre na presença de Deus.


Salmo 15 (A Bíblia Viva - 8ª ed., 1995)
 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

7 fatos importantes sobre a morte de Cristo


1. Enquanto a morte de Cristo é de valor inestimável para os homens, ela é de muito maior valor para Deus. Ninguém, exceto o próprio Deus, poderia perceber o que significa para Ele ter o caminho claro pelo qual Ele pode, sem manchar a sua própria santidade, salvar e justificar aqueles que nada fazem além de crer em Jesus (Rm 3.24-26)   

2. A morte de Cristo apresenta um sacrifício de proporções infinitas. Nada dentro do alcance das coisas finitas pode ser usado para ilustrar tal imolação. Nenhuma mente humana pode esperar ter uma noção de seu conteúdo pleno ou captar a sua importância plena.
 
3. A morte de Cristo foi necessária como a única solução para o problema do mal, mesmo dentro do raio das possibilidades divinas; e, portanto, não há um substituto para ela, uma escolha opcional, nem qualquer salvação à parte dela.

4. Por ser a solução planejada pelo próprio Deus de Seu maior problema – a questão do pecado – igual a todas as Suas obras, é eficaz a ponto do infinito. Nada dos valores humanos precisa ser acrescentado a ela; nem pode ela ser aumentada em valor por qualquer esforço humano onde ela é aplicada para o indivíduo.

5. A morte de Cristo proporciona uma base perfeita para uma salvação perfeita à parte de todos os julgamentos sobre o pecador. Quando o pecador vem a Deus com base nessa morte, Deus não o pune, não oferece uma censura, nem requer uma compensação. 

6. Pela morte de Cristo há uma redenção perfeita em relação ao pecado, uma reconciliação perfeita com relação ao homem, e uma propiciação perfeita em relação a Deus.

7. Por causa da extensão do valor da morte de Cristo e da perfeição desse valor em todas as suas partes, nenhuma outra obrigação recai sobre os homens que seriam salvos além de entrarem nela por receber a Cristo, com tudo aquilo que Ele é, e com tudo o que ele fez, como o suficiente Salvador deles.

(Chafer, Lewis Sperry. Teologia Sistemática / Lewis Sperry Chafer ; (tradução Heber Carlos de Campos). São Paulo: Hagnos, 2003. Página 217)

sábado, 12 de dezembro de 2009

Aprendendo com o fracasso

“Todos os sucessos e fracassos que você já experimentou podem ser uma valiosa fonte de informações e sabedoria – se você permitir. Os sucessos ensinam o que você é capaz de fazer e geram confiança. Mas os fracassos, muitas vezes, oferecem lições importantes. Eles revelam suposições equivocadas, falhas de caráter, erros de avaliação e métodos de trabalho ruins. Ironicamente, muitas pessoas odeiam tanto seus fracassos que os escondem rapidamente, em vez de estudá-los e aprender com eles.”

Maxwell, John C., 1947 – As 21 irrefutáveis leis da liderança: uma receita comprovada para desenvolver o líder que existe em você / John C. Maxwell; [tradução Alexandre Martins]. – Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2007. Página 58

sexta-feira, 23 de outubro de 2009