sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cânticos – Um novo olhar sobre os Salmos


SENHOR, QUEM poderá viver na tua presença?
Quem terá livre acesso ao Lugar Santo onde Tu vives?


Quem é honesto e sincero em tudo quanto faz,
Quem pratica a justiça e fala sempre a verdade, do fundo do coração.


Quem não usa suas palavras para destruir outras pessoas,
não prejudica de propósito seu semelhante
e não repete boatos e mexericos.


Quem despreza o pecador rebelde e condena abertamente o pecado,
Quem respeita e elogia os adoradores do Senhor;
Quem sofre prejuízo mas não deixa de cumprir a palavra dada.


Quem empresa seu dinheiro aos necessitados sem cobrar juros;
Quem se recusa a mentir por dinheiro para condenar uma pessoa inocente.
Um homem assim permanecerá firme para sempre na presença de Deus.


Salmo 15 (A Bíblia Viva - 8ª ed., 1995)
 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

7 fatos importantes sobre a morte de Cristo


1. Enquanto a morte de Cristo é de valor inestimável para os homens, ela é de muito maior valor para Deus. Ninguém, exceto o próprio Deus, poderia perceber o que significa para Ele ter o caminho claro pelo qual Ele pode, sem manchar a sua própria santidade, salvar e justificar aqueles que nada fazem além de crer em Jesus (Rm 3.24-26)   

2. A morte de Cristo apresenta um sacrifício de proporções infinitas. Nada dentro do alcance das coisas finitas pode ser usado para ilustrar tal imolação. Nenhuma mente humana pode esperar ter uma noção de seu conteúdo pleno ou captar a sua importância plena.
 
3. A morte de Cristo foi necessária como a única solução para o problema do mal, mesmo dentro do raio das possibilidades divinas; e, portanto, não há um substituto para ela, uma escolha opcional, nem qualquer salvação à parte dela.

4. Por ser a solução planejada pelo próprio Deus de Seu maior problema – a questão do pecado – igual a todas as Suas obras, é eficaz a ponto do infinito. Nada dos valores humanos precisa ser acrescentado a ela; nem pode ela ser aumentada em valor por qualquer esforço humano onde ela é aplicada para o indivíduo.

5. A morte de Cristo proporciona uma base perfeita para uma salvação perfeita à parte de todos os julgamentos sobre o pecador. Quando o pecador vem a Deus com base nessa morte, Deus não o pune, não oferece uma censura, nem requer uma compensação. 

6. Pela morte de Cristo há uma redenção perfeita em relação ao pecado, uma reconciliação perfeita com relação ao homem, e uma propiciação perfeita em relação a Deus.

7. Por causa da extensão do valor da morte de Cristo e da perfeição desse valor em todas as suas partes, nenhuma outra obrigação recai sobre os homens que seriam salvos além de entrarem nela por receber a Cristo, com tudo aquilo que Ele é, e com tudo o que ele fez, como o suficiente Salvador deles.

(Chafer, Lewis Sperry. Teologia Sistemática / Lewis Sperry Chafer ; (tradução Heber Carlos de Campos). São Paulo: Hagnos, 2003. Página 217)

sábado, 12 de dezembro de 2009

Aprendendo com o fracasso

“Todos os sucessos e fracassos que você já experimentou podem ser uma valiosa fonte de informações e sabedoria – se você permitir. Os sucessos ensinam o que você é capaz de fazer e geram confiança. Mas os fracassos, muitas vezes, oferecem lições importantes. Eles revelam suposições equivocadas, falhas de caráter, erros de avaliação e métodos de trabalho ruins. Ironicamente, muitas pessoas odeiam tanto seus fracassos que os escondem rapidamente, em vez de estudá-los e aprender com eles.”

Maxwell, John C., 1947 – As 21 irrefutáveis leis da liderança: uma receita comprovada para desenvolver o líder que existe em você / John C. Maxwell; [tradução Alexandre Martins]. – Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2007. Página 58

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Contribuição


 

        Romanos 8:28: E sabemos que todas
as
coisas

contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto. (grifei)

        

        O verbo contribuir, segundo o dicionário Aurélio, tem o sentido de "Cooperar; colaborar; concorrer; Ter parte (em um resultado). Assim, o sentido da palavra sempre nos lembra algo que veio para somar, acrescentar, trazer crescimento.


 

        Nesse versículo o apóstolo Paulo destaca que "todas as coisas" "juntamente" visam o bem daqueles que amam a Deus. O aparente pleonasmo (repetição) das expressões "todas" e "juntamente" serve para reforçar a idéia de que nada (nada mesmo) fica de fora da contribuição.


 

        É fácil compreendermos que o sucesso, as alegrias, os ganhos, as vitórias, as amizades fazem parte dessa contribuição. Até aí nenhuma novidade a respeito. Ninguém dúvida que estas coisas contribuem para o bem, que somam, que cooperam, que colaboram para o nosso bem estar.


 

        Mas e o fracasso, as tristezas, as perdas, as derrotas e as inimizades? E a doença que insiste em debilitar; A morte do amigo próximo; a desilusão da traição. Todas essas coisas contribuem para o bem? Paulo tinha certeza que sim. Mas como, se não vejo o propósito destas coisas? Não consigo enxergar além da escuridão que me cerca!


 

        Aqui começa o nosso exercício de fé: encarar os revezes como trampolim; as quedas como subida; as tristezas como motivo de alegria. O nosso crescimento intelectual e espiritual passa pela superação de traumas; pela coragem, apesar do medo; pela vontade de tentar de novo. Assim, se encarado pela perspectiva divina há uma contribuição de tudo para o nosso bem.


 

        Perceba: as derrotas nos lembram que somos vulneráveis e passamos a tomar cuidado com nossas próximas decisões. As tristezas farão que os nossos momentos de alegria sejam importantes. As perdas nos ensinam a não nos apegarmos a algo passageiro. A doença e a morte nos lembram que somos mortais e que precisamos buscar o que é eterno.


 

        Com essas conclusões, o amadurecimento conseguido nos leva mais perto de Deus. Pois é nele que encontramos força, paz, alegria perene, amigo leal, vitórias e, enfim, vida Eterna.


 

        Para que a verdade exposta por Paulo seja eficaz em sua vida é necessário que amemos a Deus. Pois é esse amor a Ele que nos fará enxergar contribuição naquilo que destrói, diminui, tira. Pois amando a Deus somos mais que vencedores vez que, no fim, o que importa é o Amor que temos por Ele. E esse amor é apenas reflexo do Amor primeiro, aquele que Deus tem por nós. Quando o amamos entendemos um pouco do seu grande amor e tudo o mais não passa de miragens no deserto da existência humana.


 

        Tudo contribui. E a primeira contribuição foi Deus quem deu: o seu Filho para que padecesse em nosso lugar, na cruz do calvário. Garantida a salvação de nossas vidas o resto, bem não passa de resto mesmo, contribuirá naturalmente para o nosso bem. Na matemática divina o zero multiplicado por zero dará somas astronômicas em nosso favor. O saldo negativo, acrescido de mais despesas, resultará em crédito.


 

        Espero que esse alerta, também contribua.